26 de junio de 2017

Implementação de mídias em dispositivos móveis: um framework de aplicação em grande escala na educação a distância

Implementação de mídias em dispositivos móveis: um framework de aplicação em grande escala na educação a distância

Ana Luisa Mülbert, Alice Theresinha Cybis Pereira

Resumen


O uso intensivo das tecnologias da informação têm criado condições para o desenvolvimento um novo modo de mediação educacional chamado de mobile learning(m-learning). Dado que há ainda pouco conhecimento sobre as práticas de m-learning em larga escala e em nível institucional, esse trabalho teve por objetivo desenvolver um framework para apoiar a implementação de mídias para dispositivos móveis no ensino formal, integrado à educação superior a distância e com requisitos de escalabilidade e sustentabilidade. Para a execução desse estudo adotou-se um processo de pesquisa baseado na abordagem da Design-Based Research, que é um tipo de pesquisa que se desenvolve em contextos reais e concentra-se no desenho e teste de intervenções educacionais em parceria com profissionais da área de aplicação. Na fase de desenvolvimento do processo de pesquisa tomou-se um conjunto de decisões que estabeleceram o delineamento da iniciativa, desenvolveu-se uma mídia e avaliou-se o processo de sua implementação. Em seguida, adotou-se a mídiaem um contexto real de aprendizagem e avaliou-se a iniciativa na perspectiva dos estudantes. O framework formulado a partir da experimentação realizada é apresentado por meio de um diagrama representativo das principais fases e atividades de implementação e de um conjunto de princípios de design que orientam a execução do processo de implementação de mídias educacionais móveis. As fases de implementação e seus respectivos princípios versam sobre: (a) o delineamento e delimitação da implementação, (b) o desenho e produção da mídia e (c) a entrega e disseminação da mídia no ambiente de aprendizagem.

Palabras clave


tecnologia da informação; educação a distância; educação tecnológica;m-learning; livro digital; ebook.

Referencias


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DOI: http://dx.doi.org/10.5944/ried.20.2.17673

23 de junio de 2017

Uso de la tableta digital en entornos universitarios de aprendizaje a distancia

Uso de la tableta digital en entornos universitarios de aprendizaje a distancia

Martha Vanessa Agila-Palacios, María Soledad Ramirez-Montoya, Ana García-Valcárcel, Jennifer Samaniego-Franco

Resumen


Actualmente, los entornos personales de aprendizaje aparecen como espacios educativos centrados en el estudiante para superar los limitantes identificados en las plataformas de aprendizaje institucional. Sin embargo, la mayoría de estudios publicados se basan únicamente en el uso de computadores sin considerar los dispositivos electrónicos móviles. El presente trabajo analiza la producción científica y académica sobre los Entornos Personales de Aprendizaje móvil en la Educación Superior. Desde el punto de vista metodológico, el estudio se realizó por medio de una revisión sistemática de la literatura utilizando varios recursos como: Scopus, Web Of Science, Google Scholar, entre otros. Se recogieron inicialmente una gran cantidad de documentos entre los años 2000 y 2016, a los cuales se aplicaron varios criterios de selección y de calidad, obteniéndose un número reducido estudios que se analizaron de manera cualitativa. Los resultados fueron descritos en categorías de acuerdo a las preguntas de investigación planteadas, donde se incluyeron aquellos estudios sobre dispositivos móviles y entornos personales de aprendizaje, los que muestran proyectos de plataformas integradas, las investigaciones donde se usan herramientas externas con un enfoque más pedagógico, algunos aportes teóricos y los que evalúan estas innovaciones. En conclusión, los entornos personales de aprendizaje móvil se muestran como escenarios tecnológicos de reciente introducción en la educación universitaria y, aunque se han encontrado resultados satisfactorios, se requiere más investigación para poder establecer generalizaciones replicables en otros contextos.

Palabras clave


aprendizaje asistido por ordenador; autoaprendizaje; tecnologías de la información y de la comunicación; aprendizaje móvil; entornos personales de aprendizaje.

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Referencias


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DOI: http://dx.doi.org/10.5944/ried.20.2.17712

22 de junio de 2017

Mobile Learning em aulas de campo: um estudo de caso em Geologia

Mobile Learning em aulas de campo: um estudo de caso em Geologia

Edgar Marçal, Rossana Maria de Castro Andrade, Windson Viana

Resumen


As aulas de campo favorecem a aprendizagem por meio da melhoria das habilidades de observação, da descoberta e comunicação entre os alunos, do aumento na compreensão do conteúdo e da ampliação das possibilidades de aprendizado através de experiências reais. Entretanto, durante as aulas de campo, alunos e professores se deparam com obstáculos que podem comprometer os resultados dessas práticas educativas, como conteúdos insuficientes ou dispersão dos estudantes. Nesse sentido, as tecnologias móveis (como smartphonestablets e redes sem fio) são utilizadas para contornar dificuldades existentes e ampliar os benefícios das aulas de campo. Este artigo descreve um estudo de caso realizado em uma aula de campo de um curso de graduação em Geologia, na qual os alunos utilizaram as tecnologias móveis para auxiliar a aprendizagem sobre mapeamento geológico. Após o uso em situações reais, os dezessete alunos responderam um instrumento estruturado de avaliação. As respostas dos alunos ao questionário foram favoráveis e mostram a aprovação das tecnologias móveis em campo. Obteve-se o escore SUS (usabilidade) de 83,4 para a aplicação móvel testada e 88% dos estudantes afirmaram que a solução possibilitou a execução das tarefas de aprendizagem em campo de forma mais eficiente. Somando-se a isso, a avaliação positiva do professor participante do estudo e a constatação do uso efetivo da aplicação móvel por todos os estudantes indicam que as tecnologias móveis têm potencial para se tornarem importantes ferramentas de apoio às aulas de campo de Geologia.

Palabras clave


Mobile learning, aulas de campo, contexto de aprendizagem e geologia

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DOI: http://dx.doi.org/10.5944/ried.20.2.17711

21 de junio de 2017

Un modelo basado en el Clasificador Naïve Bayes para la evaluación del desempeño docente

Un modelo basado en el Clasificador Naïve Bayes para la evaluación del desempeño docente

Guadalupe Gutiérrez Esparza, Lourdes Margain Fuentes, Juana Canul Reich, Tania Aglaé Ramírez del Real

Resumen


La evaluación del desempeño docente es un proceso de medición importante en las instituciones de educación superior en México y en el mundo, ya que retroalimenta el desempeño de los docentes con el fin de mejorar las clases y estrategias para beneficio de la educación de los estudiantes. En este trabajo se describe el desarrollo y evaluación de un Modelo Computacional denominado SocialMining, basado en el algoritmo Naïve Bayes, para apoyar el análisis de las opiniones de los estudiantes en el proceso de la evaluación del desempeño docente, llevada a cabo mediante dispositivos móviles. Esta propuesta considera el uso de dispositivos móviles para la recopilación de datos aprovechando su aceptación por parte de los estudiantes en el proceso de educación y aprendizaje. Asimismo, se describe el desarrollo de corpus de subjetividad, el cual consta de un conjunto de términos afectivos relevantes de la evaluación docente para apoyar al algoritmo Naïve Bayes en la clasificación de las opiniones de los estudiantes dentro de las clases: positivo, negativo y neutral. Para medir el desempeño del proceso de la clasificación del Modelo Computacional SocialMining, se utilizan métricas como la matriz de confusión, precisión y la curva de ROC. Se presenta además un caso de estudio, en el cual se recolectan nuevas opiniones de estudiantes de la Universidad Politécnica de Aguascalientes (México) con el fin de probar el desempeño del modelo propuesto en la clasificación. Los resultados obtenidos consideran factible el Modelo Computacional SocialMining para implementarse en instituciones de educación superior. 

Palabras clave


Minería de opiniones, clasificador bayesiano, conjunto de datos, subjetividad, análisis ROC, dispositivo móvil, evaluación docente, planeación de la educación, caso de estudio.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5944/ried.20.2.17717

20 de junio de 2017

Motivación e innovación: Aceptación de tecnologías móviles en los maestros en formación

Motivación e innovación: Aceptación de tecnologías móviles en los maestros en formación

José Carlos Sánchez-Prieto, Susana Olmos-Migueláñez, Francisco José García-Peñalvo

Resumen


Las tecnologías móviles constituyen un recurso didáctico de gran potencial. Sin embargo, su proceso de incorporación al aula no se está desarrollando de forma satisfactoria. Los futuros docentes jugarán un papel clave en el proceso de integración de estas tecnologías en contextos de educación formal y, por ello, resulta necesario conocer los factores que condicionan su proceso de toma de decisión. El presente artículo expone los resultados de un estudio que analiza la influencia de los factores motivacionales en la intención de utilizar las tecnologías móviles en la futura práctica docente de los estudiantes del Grado de Educación Infantil de la Universidad de Salamanca Para ello, se ha elaborado un modelo de adopción tecnológica basado en T.A.M. que incluye los constructos: utilidad percibida, facilidad de uso percibida, entretenimiento percibido, resistencia al cambio e intención conductual. El análisis PLS-SEM realizado confirma la validez y fiabilidad del modelo. Los resultados del análisis del modelo estructural reflejan la importancia del entretenimiento percibido y la utilidad percibida en el proceso de adopción, así como la poca importancia de la facilidad de uso. En total, los factores motivacionales consiguen predecir un alto porcentaje de la varianza de la intención conductual, lo que pone de relieve la necesidad de diseñar programas formativos que incidan en estos elementos.

Palabras clave


Tecnologías de la información y de la comunicación; formación de profesores; actitud hacia el trabajo; escala de actitud.

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